quarta-feira, 28 de julho de 2010

Metais Pesados


Os metais pesados são metais quimicamente reactivos e bio acumuláveis, ou seja, os organismos não são capazes de eliminá-los. Estes quando presentes em alguns alimentos em doses excessivas podem provocar intoxicações alimentares.

Principais metais pesados contaminantes


Arsénio


Fonte de Contaminação: Água, queijos fundidos, farinha branca de trigo, fermento de pão, sal.


Causa: problemas nos sistemas respiratórios, cardiovasculares e nervoso.


Chumbo


Fonte de Contaminação vegetais; alimentos enlatados; fígado; bovino.


Causa: Atinge o sistema nervoso, a medula óssea e os rins.


Cádmio


Fonte de Contaminação farinhas refinadas; café; chá; frutos do mar.


Causa: problemas gastrointestinais e respiratórios.


Mercúrio


Fonte de Contaminação: açúcar; tomate; peixe.


Causa: Concentra-se em diversas partes do corpo como pele, cabelo, glândulas sudoríparas e salivares, tiróide, sistema digestivo, pulmões, pâncreas, fígado, rins, aparelho reprodutivo e cérebro, provocando inúmeros problemas de saúde.

Níquel


Fonte de contaminação: óleos; hidrogenados.


Causa: dermatite; erupções na pele; estomatite; tonturas; dores articulares; osteoporose e fadiga crónica.


Alumínio


Fonte de contaminação: água; farinha branca de trigo; fermento de pó e sal.


Causa: perturbações intestinais; cólicas abdominais; osteoporose.


Bário


Fonte de contaminação: Agua poluída.


Causa: hipertensão arterial; doenças cardiovasculares; fadiga.


Cromo


Fonte de Contaminação: Fígado; queijo; pimenta preta.


Causa: Provoca irritação na pele e em doses elevadas pode provocar cancro.


Manganês


Fonte de Contaminação: água; grãos; leguminosas; nozes; chás.


Causa: problemas respiratórios e efeitos neurotóxicos.



Pesticidas


O que são pesticidas?
Os pesticidas, são todas as substâncias ou misturas que têm como objectivos impedir, destruir, repelir qualquer praga (tal como um vírus ou bactéria). São utilizados em diversas espécies de seres vivos, tais como insectos, ervas daninhas, moluscos, pássaros, mamíferos, peixes e micróbios. Estes produtos não são necessariamente venenos, porém quase sempre são tóxicos.


O uso de pesticidas em grandes quantidades pode provocar intoxicações.Mesmo em pequenas quantidades, alguns pesticidas podem acumular-se no organismo, podendo ser nocivos a longo prazo (toxicidade crónica), propriamente para o sistema nervoso e reprodutor. Alguns pesticidas podem, também, desencadear reacções alérgicas.

Assim, para reduzir os riscos para a saúde, aqui ficam algumas medidas simples antes de consumir fruta e legumes:

• Lave bem e/ou descasque a fruta e os legumes;
• Faça uma alimentação variada;

• Ingira alimentos pobres em gorduras, pois alguns pesticidas concentram-se nas gorduras;

• Retire as folhas exteriores dos produtos como a alface e a couve lombarda.

Benefícios : Resistência às pragas. Maior disponibilidade alimentar, de forma a terem maior riqueza nutricional.

 Limite por defeito e limites específicos

O teor máximo de resíduos de pesticidas nos alimentos é de 0,01 mg/kg. Este limite geral é aplicável «por defeito», ou seja, para todos os casos em que não tenham sido fixados limites máximos específicos para um produto ou tipo de produto.
A nível de toxicidade as mulheres, crianças e idosos são mais vulneráveis aos resíduos de pesticidas.

Nitratos e Nitritos

Aditivos Alimentares



PARA QUE SERVEM


Como era possível comer batatas fritas de pacote se não fossem os aditivos, esses “pozinhos” maravilhosos que muito contribuíram para a evolução da nossa indústria alimentar, explicar o que são aditivos: são substâncias que tendo ou não valor nutritivo não é naturalmente um género alimentício, nem um constituinte natural do alimento, sem exclusão dos simples condimentos indispensáveis na nossa alimentação.



Existem 3500 aditivos na cadeia alimentar, podemos classificá-los nas seguintes categorias:

E 100 a E180 – Corantes

E 200 a E 297- Conservantes

E 300 a E 321- Antioxidantes

E-322 a E-385-Antioxidantes, Emulsionantes, Estabilizantes

E 400 a E 485-Emulsionantes, Espessantes, e Gelificantes.

E 500 a E 585- Ácidos, Álcalis e Sais

E 620 a E 640-Intensificador de Sabor

E 950- Diversos e Edulcorantes

E 7 e E 8 não são ainda utilizadas.


Os aditivos servem para conferir maior durabilidade ou agradabilidade sensorial aos alimentos a adição destas substâncias melhoram o produto nas várias fases desde o tratamento, acondicionamento, transporte e armazenagem. Quem mais beneficia somos nós os consumidores, que temos múltiplas variedades de escolha.

Existem vários tipos de aditivos entre os quais: Artificiais, Naturais, Sintéticos, que segundo a sua função são utilizados para conservar e melhorar a qualidade dos alimentos na sua textura, sabor, coloração, estas substâncias vieram alterar os nossos hábitos, uma ajuda preciosa na Indústria Alimentar.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Causas/Factores da Fome

Resolver o problema da fome não depende só dos países em desenvolvimento

Em 1974, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, as Nações Unidas estabeleceram que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Portanto, a comunidade internacional deveria ter como maior objectivo a segurança alimentar, isto é, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e activa”.

E isso quer dizer:
Acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente;
Sempre: e não só em certos momentos;

Por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos;

Alimento para uma vida sadia e activa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.

Os dados que possuímos dizem que estamos ainda muito longe dessa situação de segurança alimentar para todos os habitantes do planeta.

O que é a fome?

A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afecta uma ampla extensão de um território e um grave número de pessoas.

A fome no mundo

* Cerca de 100 milhões de pessoas estão sem teto;

* 1 Bilhão de analfabetos;

* 1,1 Bilhão de pessoas vivem na pobreza, destas, 630 milhões são extremamente pobres, com renda anual bem menor que 275 dólares;

* 1,5 Bilhão de pessoas sem água potável;

* 1 Bilhão de pessoas passando fome;

* 150 Milhões de crianças sub nutridas com menos de 5 anos (uma para cada três no mundo);

* 12,9 Milhões de crianças morrem a cada ano antes dos seus 5 anos de vida;

* No Brasil, os 10% mais ricos detêm quase toda a renda nacional.

Causas da Fome

Causas naturais:

* Clima;

* Seca;

* Inundações;

* Terramotos

* As pragas de insectos e as enfermidades das plantas.


Causas humanas:

* Instabilidade política;

* Ineficácia e má administração dos recursos naturais;

* A guerra;

* Os conflitos civis;

* O difícil acesso aos meios de produção pelos trabalhadores rurais, pelos sem terra ou pela população em geral;

*As invasões;

* Deficiente planificação agrícola;

* A injusta e antidemocrática estrutura fundiária, marcada pela concentração da propriedade das terras nas mãos de poucos;

*O contraste na concentração da renda e da terra num mundo subdesenvolvido;

* A destruição deliberada das colheitas;

*A influência das transnacionais de alimentos na produção agrícola e nos hábitos alimentares das populações de Terceiro Mundo;

* A utilização da "diplomacia dos alimentos" como arma nas relações entre os países;

* A relação entre a dívida externa do Terceiro Mundo e a deterioração cada vez mais elevada do seu nível alimentar;

* A relação entre cultura e alimentação.


Causas da fome crónica e desnutrição

* Pobreza;

* Distribuição ineficiente dos alimentos;

* Reforma agrária precária;

* Crescimento desproporcional da população em relação à capacidade de sustentação.

Fome infantil

Cerca de 5 a 20 milhões de pessoas falecem por ano por causa da fome e muitas delas são crianças.



 

Consequências da fome

Fome é o nome que se dá à sensação fisiológica que o corpo percebe quando necessita de alimento para manter suas atividades inerentes à vida. Em casos crônicos, pode levar a um mal desenvolvimento e funcionamento do organismo.



Calcula-se que 815 milhões, em todo o mundo sejam vítimas crônica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento.



O flagelo da fome atinge 777 milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição (na ex-União Soviética) e 11 milhões nos países desenvolvidos. No Brasil, na década de 80, o universo de 1% da população mais rica ganhou maior poder aquisitivo, elevando de 13 para 17,3% sua participação na renda nacional, enquanto que os 50% mais pobres perderam muito poder aquisitivo, já que sua participação na renda nacional baixou de 13,4 para 10,4% neste mesmo período.



Os donos das empresas e das terras só produzem aquilo que lhes dá lucro enquanto que o que é necessário para a população, mas que não dá lucro, não é produzido. É assim que acontece, por exemplo, no Brasil com a indústria de calçados e a produção de soja. Desta forma, entende-se por que é muito vulnerável a saúde de desempregados e subempregados vitimas pela fome.



A subnutrição crônica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebês, e cegueira por falta de vitamina A. Todos os anos, dezenas de milhões de mães gravemente subnutridas dão à luz dezenas de milhões de bebês igualmente ameaçados pelo problema da fome.

 
 
Notícia



“ A forma mais grave de desnutrição é a fome. Quando ataca o homem, os seus próprios tecidos são usados como fonte de energia resultando em trágicas consequências.”


Sintomas e Sinais:
Perda de peso.
Diminuição da massa muscular.
A pele torna-se fina, seca, pálida e fria.
Queda de cabelo.
Diarreia.
Desidratação.
Diminuição da capacidade laborativa.
Diminuição da libido.
Dermatopatias graves.
Disfunções endócrinas graves.
Sarampo.
Edema.
Ascite.
Incapacidade de manter-se em pé.
Lipotímias.
Choque.
Morte súbita.


Programas de Ajuda: Medidas governamentais urgentes para as áreas atingidas. Auxílio das ONGs como complemento às medidas governamentais, às vezes politicamente mal dirigidas. Auxílio internacional de entidades não governamentais. Participação da sociedade como um todo na aplicabilidade de Recursos Humanos e Económicos.

Medidas para Diminuir a Fome

Para diminuir a fome é necessário diminuir as desigualdades sociais. Para isto é necessário um trabalho conjunto de poderes públicos e sociedade civil organizada de maneira que haja menos ricos e menos pobres.

Individualmente, as pessoas podem desenvolver acções no âmbito comunitário para ajudar a acabar com a fome. Estas ações compreendem actividades educativas sobre a situação local, sobre políticas e temas nacionais relacionados com a fome, sobre diversas medidas que levem à tomada de posições e sobre formas de consciencializar a comunidade em relação à fome. Professores podem ajudar reunindo informações a respeito de problemas locais ligados à fome e perguntando aos alunos como estes problemas poderiam ser resolvidos.



Os jovens têm a criatividade e a energia necessárias para enfrentar grandes problemas como a fome. Os casos estudados incluídos nessa lição oferecem exemplos do que tem sido feito actualmente por jovens em todo o mundo. Usar os casos de projectos estudados é uma maneira de dar esperança aos alunos. Também actuam como um guia sobre como eles também podem fazer a diferença no mundo deles.



Se cada membro de uma família de classe média -alta, média-baixa, e média se propuser a doar alimentos em favor destes milhares de pessoas que morrem de fome no mundo, e se o governo de cada país se propuser a transportar esses alimentos, com certeza muita gente seria beneficiada com este acto de amor.
 
É necessário, provisoriamente, alimentar quem tem fome, dando -lhe condições humanas através de emprego, o que pressupõe educação e qualificação profissional. Tal processo diminuiria esse grande contingente de trabalhadores desvalorizados, mas isso não ocorre.
 
Depois de tudo isso, é notável e irónico o fato de que, no mundo, é usado mais dinheiro em campanhas contra a obesidade, do que contra a epidemia ''FOME'' que se alastra pelo mundo.



O mundo sem a fome seria perfeito, as pessoas seriam mais satisfeitas e certamente buscariam mais cultura. Seriam assim cidadãos honrados e com prazer de estarem vivos. Portanto, há necessidade de alimentar quem tem fome, e mais importante que isso, seria dar condições para o ser humano ter uma boa educação e incentivo profissional, possibilitando a sua independência, livrando-o da dependência de doações de quem tem maior poder económico. Com isso, o mundo seria mais digno, sério, melhor e sem fome.





A Fome nos Países Ricos



Os chamados Países Desenvolvidos representam uma minoria no contexto mundial, localiza-se sobretudo na América, na Europa e na Oceânia. De uma forma geral, a população destes países beneficia de qualidade de vida, conforto, bem-estar e um razoável poder de compra.



Contudo, aí também existem situações de pobreza, se bem que em pequena escala quando comparadas com outras nações. Esta bolsa de pobreza concentram-se sobretudo nos meios rurais e nas periferias dos grandes centros urbanos.



Entre as categorias de pessoas mais vulneráveis à pobreza, incluem-se aquelas com poucas qualificações profissionais e com dificuldade de inserção no mercado de trabalho, imigrantes, idosos portadores de deficiências físicas ou mentais e mendigos.



«Sem-abrigo e bairros de lata fazem parte da paisagem urbana das grandes cidades do chamado mundo desenvolvido, mostrando que não só nos países pobres há pessoas pobres. Nos países ricos, pode haver mais ajuda (do Estado, mas especialmente da sociedade civil) para quem precisa, mas continua a haver pessoas a viverem em situação de estrema carência.



Por exemplo, nos Estados Unidos, um em cada dez cidadãos vive abaixo do limiar da pobreza fixado pelas autoridades. Na Europa, Portugal possui os valores mais altos nos indicadores de pobreza e assimetria de rendimentos. E tem 40 % de pobres activos, o que revela que não basta ter trabalho.»



A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e a cultura.Nos países ricos e desenvolvidos, a grande maioria da população tem a ética como princípios básicos, a integridade e a responsabilidade como complemento, a pontualidade, a disciplina, a dedicação ao seu trabalho como propriedade, o esforço pela poupança e investimento como meta a atingir, e acima de tudo um grande respeito pelas leis e pelo direito dos demais cidadãos.



Nos países pobres, apenas uma minoria segue estes princípios básicos da vida.»

A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e a cultura.Nos países ricos e desenvolvidos, a grande maioria da população tem a ética como princípios básicos, a integridade e a responsabilidade como complemento, a pontualidade, a disciplina, a dedicação ao seu trabalho como propriedade, o esforço pela poupança e investimento como meta a atingir, e acima de tudo um grande respeito pelas leis e pelo direito dos demais cidadãos.


Nos países pobres, apenas uma minoria segue estes princípios básicos da vida.»

A Fome nos Países em Vias de Desenvolvimento ( Paulo)

A Fome em Portugal


A POBREZA E A FOME EM PORTUGAL



Portugal é um dos Países que apresenta valores mais elevados no que diz respeito aos indicadores de pobreza. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) em 2006, 18% da população portuguesa encontrava-se em risco de pobreza, cerca de um quinto da população auferia menos de 365 Euros por mês. Era entre as mulheres, os idosos e as crianças menores de 18 anos que mais aumentava a pobreza.Portugal desceu uma posição no desenvolvimento humano em 2005, passando a situar-se em 29 lugar entre os 177 Países analisados.
Entre 1995 e 2000 mais de metade (52,4%) dos agregados familiares viveram numa situação vulnerável à pobreza, este fenómeno atinge um grande número de pessoas.
Podemos dizer que de uma forma genérica, que quatro grandes causam explicam esta realidade no nosso País:
Portugal possui ainda sinais de uma pobreza tradicional muito associada ao mundo rural, e onde a privação de conforto é visível;
Nas famílias de baixos recursos, os agregados que estão no mercado de trabalho, desfrutam de rendimentos insuficientes em consequência da baixa escolaridade e falta de formação profissional.
São já visíveis fenómenos de exclusão associados aos mais recentes movimentos migratórios e à concentração urbana e suburbana, bem como os novos grupos de risco que crescem especialmente no meio urbano (as famílias mono parentais as crianças e os jovens sem enquadramento familiar, os toxicodependentes.)
Finalmente, a pobreza é claramente influenciada pelas insuficiências marcantes de protecção social que se desenvolveu no nosso País.
Os sucessivos programas de combate a este problema tiveram quase sempre o mesmo resultado: ineficácia. (…)
Portugal, tal como a Espanha, passou de um país de emigração para um país de imigração, ou seja, a entrada de pessoas é superior à saída.

As maiores comunidades imigrantes legais em Portugal (em 2005) foram os brasileiros, ucranianos, cabo-verdianos e angolanos. No entanto, todas estas comunidades foram as maiores em diferentes anos, que foi sendo rapidamente suplantada por outras provenientes de ondas migratórias mais recentes.
Um dos maiores grupos e que se fixou nas regiões de Lisboa, Setúbal, Faro e Porto são os ucranianos, e ninguém sabe ao certo o seu número total. No entanto, o número de imigrantes legais é de cerca de 70 000, sendo sabido que este número é muitas vezes inferior à realidade. O grupo é de tal forma numeroso que fez com que a Ucrânia de país distante e desconhecido passasse a familiar e que a maioria dos imigrantes de leste seja vista pelos portugueses como "ucranianos".





Instituições de Apoio

O que fazemos?
BANCO ALIMENTAR


Aproveitar onde sobra para distribuir onde falta.


É este o nosso objectivo: evitar o desperdício de alimentos fazendo-os chegar às pessoas que têm fome. O Banco Alimentar recebe toda a qualidade de géneros alimentares, ofertas de empresas e particulares, em muitos casos excedentes de produção da indústria agro-alimentar, excedentes agrícolas e da grande distribuição, e ainda produtos de intervenção da União Europeia.


NOTÍCIA


"Bancos Alimentares realizam mais uma Campanha de recolha de alimentos em 29 e 30 de Maio"

Numa altura em que a solidariedade é mais do que nunca necessária, os Bancos Alimentares Contra a Fome voltam a apelar à generosidade de toda a sociedade civil em mais uma campanha de recolha de alimentos.

Os Bancos Alimentares Contra a Fome apoiam 1.750 instituições de solidariedade, que concedem apoio alimentar a mais de 275 mil pessoas comprovadamente carenciadas. Só no ano passado foram distribuídas 23 mil toneladas de alimentos (equivalentes a um valor global estimado superior a 31,4 milhões de euros), ou seja, um movimento médio de 90,7 toneladas por dia útil.”

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A Rede Europeia Anti Pobreza / Portugal - REAPN representa em Portugal a European Anti Poverty Network (EAPN), desde a sua fundação, em 1990. A EAPN é uma associação sem fins lucrativos (ASBL), sediada em Bruxelas, estando representada em cada um dos Estado - Membro da U.E. por Redes Nacionais.

A REAPN é uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida como Associação de Solidariedade Social, de âmbito nacional, tendo sido constituída notoriamente a 17 de Dezembro de 1991. Em 1995, é reconhecida, pelo Instituto de Cooperação Portuguesa, como Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD).


O QUE É A AMI?
A AMI é uma Organização Não Governamental (ONG) portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos.

Desde a sua fundação, a 5 de Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião urologista Fernando Nobre, a AMI assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.

Com o Homem no centro de todas as suas preocupações, a AMI criou doze equipamentos Sociais em Portugal e já actuou em dezenas de países de todo o Mundo, para onde enviou toneladas de ajuda (medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores, etc.) e centenas de voluntários.

O QUE É A FAO?
FAO 
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A ALIMENTAÇÃO E A AGRICULTURA.

 Foi fundada em 1945. Tem como função aumentar os níveis de nutrição e a qualidade de vida, bem como melhorar a produtividade da agricultura e dar melhores condições de vida às populações rurais. A prioridade específica da organização é o incentivo e auxílio à agricultura de sub-existência e o desenvolvimento rural, bem como as estratégias a longo prazo de manutenção dos recursos naturais, através de técnicas apropriadas e económicas e socialmente viáveis. Tais objectivos são obtidos através do aconselhamento aos governos, assistência ao desenvolvimento, pesquisa e fornecimento de informações e fórums neutros de discussão. Esta Organização nasceu da esperança expressa na Carta do Atlântico de ver estabelecida uma paz capaz de proporcionar a todos os habitantes da Terra a certeza de poderem viver livres da fome.

Curiosidades



No âmbito da pesquisa sobre curiosidades relativas à fome, aqui deixamos o nosso trabalho.

Dias comemorativos:



17 de Outubro – Dia Mundial para a Erradicação das Pobreza e dos Sem Abrigo. A celebração deste dia tem como objectivo chamar a atenção para a necessidade de erradicar a pobreza e a miséria em todos os países, em especial para os países em desenvolvimento.

10 de Dezembro – Dia Mundial da Declaração dos Direitos Humanos - é a fé nos direitos humanos fundamentais, a dignidade e o valor da pessoa humana, a igualdade de direitos dos homens e das mulheres que decidem promover o progresso social e melhores condições de vida numa liberdade acessivel a todos.

Associações de apoio

Existem associações (nacionais e internacionais) que ajudam a manter alguma dignidade humana, nomeadamente:

Banco alimentar contra a fome – http://www.bancoalimentar..pt/

Banco mundial – http://www.worldbank.org/

Caritas portuguesa – http://www.caritas.pt/

Oikos – cooperação e desenvolvimento – http://www.oikos.pt/

ONU – Organização das nações unidas para a agricultura e alimentação – http://www.fao.org/

Pnud – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento http://www.undp.org/



Livros

Podemos  obter informação sobre este tema em obras literárias. Para tal, deixamos algumas sugestões bibliográficas:


Almeida, João e outros (1992) exclusão social: factores e tipos de pobreza em Portugal, Oeiras, Celta Editora

Capucha, Luís (2005), desafios da pobreza, Oeiras, Celta Editora

Choussudovsky, Michael (2003) a globalização da pobreza e a nova ordem mundial, Lisboa, Editorial Caminho.

Costa, Alfredo Bruto e outros (1985), Pobreza em Portugal, Lisboa, Caritas.

Ravignan, François (2004), Porquê a fome: um desafio sempre actual, Lisboa, Editorial Bizâncio.



Esperamos que este trabalho global sobre o tema "Fome" vos tenha elucidado sobre os vários problemas existentes, tanto mundial como nacionalmente.



quarta-feira, 21 de julho de 2010

Foto de Grupo - Técnico/a de Controlo De Qualidade Alimentar

Esta é a nossa foto de grupo do
Curso de Técnicos de Qualidade e Controlo de Qualidade

Da esquerda para a direita Elsa Henrique ; Iralda Sousa; Natércia Tavares; Marta Sousa;Cristina Ferreira;Mónica Mesquita; João Azevedo; Paulo Bom; Élia Pedro; Cidália Martins; Rosa Dias.
Fila de pé: Fátima Conceição; MªJosé Costa;Salomé Domingos; D.Otilia; formadora Cidália Colaço e Miriam Vieira.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mensagem de Boas Vindas!

Sejam bem vindos ao Blogue do curso EFA "Técnico de Controlo de Qualidade Alimentar", de nível secundário.