Fome é o nome que se dá à sensação fisiológica que o corpo percebe quando necessita de alimento para manter suas atividades inerentes à vida. Em casos crônicos, pode levar a um mal desenvolvimento e funcionamento do organismo.
Calcula-se que 815 milhões, em todo o mundo sejam vítimas crônica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento.
O flagelo da fome atinge 777 milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição (na ex-União Soviética) e 11 milhões nos países desenvolvidos. No Brasil, na década de 80, o universo de 1% da população mais rica ganhou maior poder aquisitivo, elevando de 13 para 17,3% sua participação na renda nacional, enquanto que os 50% mais pobres perderam muito poder aquisitivo, já que sua participação na renda nacional baixou de 13,4 para 10,4% neste mesmo período.
Os donos das empresas e das terras só produzem aquilo que lhes dá lucro enquanto que o que é necessário para a população, mas que não dá lucro, não é produzido. É assim que acontece, por exemplo, no Brasil com a indústria de calçados e a produção de soja. Desta forma, entende-se por que é muito vulnerável a saúde de desempregados e subempregados vitimas pela fome.
A subnutrição crônica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebês, e cegueira por falta de vitamina A. Todos os anos, dezenas de milhões de mães gravemente subnutridas dão à luz dezenas de milhões de bebês igualmente ameaçados pelo problema da fome.
Notícia
“ A forma mais grave de desnutrição é a fome. Quando ataca o homem, os seus próprios tecidos são usados como fonte de energia resultando em trágicas consequências.”
Sintomas e Sinais:
Perda de peso.
Diminuição da massa muscular.
A pele torna-se fina, seca, pálida e fria.
Queda de cabelo.
Diarreia.
Desidratação.
Diminuição da capacidade laborativa.
Diminuição da libido.
Dermatopatias graves.
Disfunções endócrinas graves.
Sarampo.
Edema.
Ascite.
Incapacidade de manter-se em pé.
Lipotímias.
Choque.
Morte súbita.
Programas de Ajuda: Medidas governamentais urgentes para as áreas atingidas. Auxílio das ONGs como complemento às medidas governamentais, às vezes politicamente mal dirigidas. Auxílio internacional de entidades não governamentais. Participação da sociedade como um todo na aplicabilidade de Recursos Humanos e Económicos.


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