Os chamados Países Desenvolvidos representam uma minoria no contexto mundial, localiza-se sobretudo na América, na Europa e na Oceânia. De uma forma geral, a população destes países beneficia de qualidade de vida, conforto, bem-estar e um razoável poder de compra.
Contudo, aí também existem situações de pobreza, se bem que em pequena escala quando comparadas com outras nações. Esta bolsa de pobreza concentram-se sobretudo nos meios rurais e nas periferias dos grandes centros urbanos.
Entre as categorias de pessoas mais vulneráveis à pobreza, incluem-se aquelas com poucas qualificações profissionais e com dificuldade de inserção no mercado de trabalho, imigrantes, idosos portadores de deficiências físicas ou mentais e mendigos.
«Sem-abrigo e bairros de lata fazem parte da paisagem urbana das grandes cidades do chamado mundo desenvolvido, mostrando que não só nos países pobres há pessoas pobres. Nos países ricos, pode haver mais ajuda (do Estado, mas especialmente da sociedade civil) para quem precisa, mas continua a haver pessoas a viverem em situação de estrema carência.
Por exemplo, nos Estados Unidos, um em cada dez cidadãos vive abaixo do limiar da pobreza fixado pelas autoridades. Na Europa, Portugal possui os valores mais altos nos indicadores de pobreza e assimetria de rendimentos. E tem 40 % de pobres activos, o que revela que não basta ter trabalho.»
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e a cultura.Nos países ricos e desenvolvidos, a grande maioria da população tem a ética como princípios básicos, a integridade e a responsabilidade como complemento, a pontualidade, a disciplina, a dedicação ao seu trabalho como propriedade, o esforço pela poupança e investimento como meta a atingir, e acima de tudo um grande respeito pelas leis e pelo direito dos demais cidadãos.
Nos países pobres, apenas uma minoria segue estes princípios básicos da vida.»
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e a cultura.Nos países ricos e desenvolvidos, a grande maioria da população tem a ética como princípios básicos, a integridade e a responsabilidade como complemento, a pontualidade, a disciplina, a dedicação ao seu trabalho como propriedade, o esforço pela poupança e investimento como meta a atingir, e acima de tudo um grande respeito pelas leis e pelo direito dos demais cidadãos.
Nos países pobres, apenas uma minoria segue estes princípios básicos da vida.»


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